sábado, 28 de agosto de 2010

SUGESTÕES DE LEITURA!



   LIVROS SOBRE RECICLAGEM 

                                                                                   
Lixo, Reciclagem e Sua História
Autor: Grippi, Sidney
Editora: Interciência


Reciclagem - Coleção Trabalhos Manuais em 5 Passos
Autor: Llimós, Anna
Editora: Ciranda Cultural


Meio Ambiente e Reciclagem - Um Caminho a Ser Seguido
Autor: Nani, Everton Luis
Editora: Jurua

O Saci e a Reciclagem do Lixo - Coleção Viramundo
Autor: Branco, Samuel Murgel
Editora: Moderna


A Reciclagem Integradora dos Apectos Ambientais, Sociais e Econômicos
Autor: Urani, A.; Hopstein, Graciela; Gonçalves, Pólita
Editora: DP&A
 

Manual de Reciclagem: Coisas Simples que Você Pode Fazer

Autor: Javnarama
Editora: José Olympio


Mini Larousse da Reciclagem - Série Mini Larousse
Autor: Raggiotti, Naiara
Editora: Larousse Brasil


                                                                          Reciclagem - Coleção Nosso Ambiente       
                                                                          Autor: DCL
                                                                          Editora: DCL Difusão Cultural

 Reciclagem do Plástico
 Autor: Braido, Eunice
 Editora: FTD


 A Arte da Reciclagem

Autor: Adeodato, Sérgio; Fridman, Paulo
Editora: Horizonte Geográfico


A Reciclagem do Alumínio no Brasil
Autor: Castro, Mauricio Barros de
Editora: Desiderata


Chico Papeleta - E a Reciclagem de Papel - Coleção Viramundo
Autor: Santa Rosa, Nereide Schilaro
Editora: Moderna




Lixo e Reciclagem - Coleção Preserve o Mundo
Autor: James, Barbara
Editora: Scipione



Reciclagem do Metal - Coleção O Luxo do Lixo
Autor: Braido, Eunice
Editora: FTD

sábado, 24 de julho de 2010

XOTE ECOLÓGICO


 
                        
Não posso respirar, não posso mais nadar

A terra está morrendo, não dá mais pra plantar

Se planta não nasce se nasce não dá

Até pinga da boa é difícil de encontrar

Cadê a flor que estava aqui?

Poluição comeu.

E o peixe que é do mar?

Poluição comeu

E o verde onde que está ?

Poluição comeu

Nem o Chico Mendes sobreviveu
 
                                                          Luis Gonzaga - Xote Ecológico
 
 
 



OS 5'Rs DA RECICLAGEM


Quando se fala de resíduos sólidos, ou seja, de lixo, existem as dicas dos R’s. Alguns materiais falam em 3 R’s, já outros  em 4R’s e outros em 5 R’s, afinal qual utilizar?

Antes de decidir qual conceito de R’s se aplica ao seu caso, primeiro é necessário saber o que em geral eles querem dizer:

3 R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

4 R’s: Reduzir, Reciclar, Reutilizar e Reintegrar.

5 R’s: Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Repensar e Recuperar.

O primeiro conceito inventado e atualmente o mais utilizado é os 3 R’s. Já o conceito de 4 R’s está ligado a gestão dos resíduos, conforme demonstra a seguinte figura:




Os 4 R's: Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Reintegrar.


Reciclar: Mandar o produto de volta para o processamento após sua utilização, exemplo: latinha de alumínio volta para a indústria de latinhas;

Reutilizar: Após o uso, reutilizar o produto para outro fim, exemplo: pegar um pote de vidro vazio e usar para guardar moedas;

Reintegrar: Reintegrar o produto a natureza, ou seja, transformá-lo novamente em um recurso natural, exemplo: compostagem de resíduos orgânicos para fazer húmus e adubo.

Já o conceito de 5 R’s foi adaptado para favorecer processos de Educação Ambiental, pois é um conceito mais prático e mais aplicável no nosso dia a dia como consumidores.

Os 5 R's são ações práticas que, no dia a dia, podem propiciar a redução do nosso impacto sobre o planeta, melhorando a vida atual e contribuindo para com a qualidade de vida das próximas gerações. Se você já pratica alguma delas, lembre-se que é sempre possível disseminar e fazer mais.

REduzir o consumo desnecessário: e conseqüente geração de lixo é o passo inicial e a medida mais racional, que traduz a essência da luta contra o desperdício. São inúmeros os exemplos da redução de resíduos, eis algumas sugestões: Adote a prática do refil. Escolha produtos com menos embalagens ou embalagens econômicas, priorizando as retornáveis. Leve sua sacola para as compras e adquira produtos a granel. Edite textos na tela do computador e, quando não for possível evitar a cópia ou a impressão, faça-as frente e verso.

REutilizar e recuperar ao máximo antes de descartar os bens de consumo: significa ampliar a vida útil dos produtos, aumentando sua durabilidade e reparabilidade ou concedendo-lhes nova personalidade ou uso, muito comum com as embalagens retornáveis , roupas e rascunhos. Você pode inventar produtos artesanais e alternativos a partir da reutilização de embalagens de papel, vidro, plástico, metal, isopor e CDs. Utilize os dois lados do papel e monte blocos de papel-rascunho. Doe objetos que possam servir a outras pessoas.

REcuperar os materiais: as usinas de compostagem são unidades recuperadoras de matéria orgânica. Os catadores recuperam as sucatas antes delas virarem lixo.

 
REciclar materiais: devolver o material usado ao ciclo da produção poupando todo o percurso dos insumos virgens, com enorme vantagens econômicas e ambientais. O processo de reciclagem reduz a pressão sobre os recursos naturais, economiza água, energia, gera trabalho e renda para milhares de pessoas. Seja no mercado formal ou informal de trabalho. colabore implantando a coleta seletiva em sua casa ou condomínio. Cada item reciclado significa menos consumo de água, energia elétrica e matéria-prima, e desflorestamentos de uma forma geral.
 
REpensar os hábitos de consumo e descarte: é rever os nossos gastos e hábitos, o nosso estilo de vida e o nosso consumismo. Pense na real necessidade da compra determinado produto, antes de comprá-lo. Depois de consumi-lo, pratique a coleta seletiva, separando embalagens, matéria orgânica e óleo de cozinha usado, por exemplo. Jogue no lixo apenas o que não for reutilizável ou reciclável. Evite o desperdício de alimentos. Utilize também produtos de limpeza biodegradáveis. Adquira produtos recicláveis ou produzidos com matéria-prima reciclada (durável e resistente). E prefira embalagens de papel e papelão. Mude seus hábitos de consumo e descarte. Pois é preciso desmistificar igualmente a ação de “jogar fora”, porque na maior parte dos casos, o “fora” não existe.
 
Ao colocarmos em prática os 5R's estamos minimizando os impactos no meio ambiente. Propiciando assim, uma melhoria na qualidade de vida e consequentemente colaborando para salvar o planeta TERRA!
 

O LIXO NOSSO DE CADA DIA

Você já parou para pensar quanto lixo cada um de nós produz diariamente? E o volume de lixo produzido na sua rua, em seu bairro, ou em sua cidade, você sabe quanto é?

Já imaginou qual o destino final de todo esse lixo? Você sabe para onde ele vai? Alguma vez você já se perguntou sobre as conseqüências negativas que o lixo produz ao meio ambiente?

A maioria das pessoas não pára para pensar nessas coisas, pois muitos de nós não compreendemos muito bem esse assunto e alguns na verdade nem se importam tanto com todos os problemas que podem estar relacionados com o nosso lixo.

O lixo que um bairro, uma cidade ou nação produz está intimamente ligado ao modo de vida de sua população. Por exemplo, cidades e países industrializados produzem grande quantidade de lixo inorgânico. Já nas nações em desenvolvimento, nas pequenas cidades do interior, nos povoados, assentamentos rurais e nas fazendas, grande parte do lixo produzido é de origem orgânica.

Para quem não se recorda vale lembrar que o lixo orgânico é aquele originado de quaisquer seres vivos, animais e vegetais, que são facilmente decompostos pela natureza. Restos de comida, restos de frutas e verduras, restos de plantas (folhas, galhos, pedaços de madeira, serragem etc.) são alguns exemplos de lixo orgânico. Por outro lado, o lixo inorgânico é aquele que resulta de produtos industrializados (plásticos, vidros, metais etc.), que, em geral, são de difícil decomposição pela natureza, mas que podem ser reciclado pelo homem.

O lixo que produzimos pode ser classificado em quatro grupos (1) lixo domiciliar, produzido nas residências, tais como restos de alimentos e sacolas plásticas; (2) lixo comercial, produzido nos estabelecimentos comerciais como lojas, butiques, mercearias etc.; (3) lixo industrial, produzido nas indústrias, como por exemplo, restos de matérias-primas e subprodutos da produção; e (4) lixo hospitalar, produzido nos hospitais, postos de saúde, clínicas, laboratórios e farmácias.

O entendimento dos tipos de lixo e suas classificações é importante, pois à cada um deles deve ser dado uma coleta e destinação diferenciadas.

Existem muitas formas de tratamento do lixo, entre as quais: (a) aterro sanitário, (b) incineração, (c) reciclagem e (d) compostagem.

O “aterro sanitário” é a forma mais comum usada para destinar o lixo no solo. Ele consiste em espalhar e dispor o lixo em camadas cobertas com material inerte (em geral, terra e cascalho). Junto com essas medidas são construídos sistemas de drenagem para os gases (metano etc.) e líquidos (conhecido como chorume), de forma que não ocorra a poluição do meio ambiente.

A “incineração” consiste na queima controlada do lixo em fornos especialmente projetados para transformá-lo em cinzas. É um processo de desinfecção pelo calor, pelo vapor e pela água em elevadas temperaturas, sem a intervenção do trabalho manual. A incineração possui algumas desvantagens, tais como: alto custo de instalação e manutenção da usina de incineração; os gases emanados da queima do lixo são altamente poluentes; e para esse tido de tratamento há a necessidade de mão-de-obra qualificada.

A “reciclagem” é a transformação do lixo em matéria-prima. As vantagens econômicas, sociais, sanitárias e ambientais da reciclagem são amplamente reconhecidas, sendo algumas delas: diminuição da quantidade de lixo a ser aterrado; economia de energia; e geração de empregos, através da criação de indústrias recicladoras.


A “compostagem” é o método de tratamento da parcela orgânica existente no lixo. O processo de compostagem consiste na transformação de restos de origem vegetal ou animal em adubo a ser utilizado na agricultura e jardinagem, sem ocasionar riscos ao meio ambiente. A compostagem possui várias vantagens, como por exemplo: aumento da vida útil do aterro sanitário; aproveitamento agrícola da matéria orgânica, a usina de compostagem pode ser artesanal, utilizando mão-de-obra e instalações de baixo custo; além de ser um processo ambientalmente seguro.

Nenhuma dessas quatro formas de tratamento deve ser vista como algo milagroso, capaz de solucionar todos os problemas relacionados ao lixo.

Na escolha do modelo de gestão do lixo, todos os setores da sociedade devem participar. Nós não devemos deixar só a cargo da Prefeitura ou do Governo Estadual decidir qual será o destino do lixo que produzimos, pois a má gestão da coleta e destinação final do lixo afeta a todos indistintamente.

A participação coletiva nas ações e trabalhos que envolvam políticas públicas como o tratamento do lixo é fundamental, mas, além disso, cada um de nós deve também estar disposto a contribuir individualmente através de pequenos gestos diários, tais como: não jogar lixo nas ruas, praças, praias e demais áreas públicas; não pichar monumentos, muros ou fachadas de residências e estabelecimentos comerciais; depositar o lixo somente nos locais indicados pela prefeitura. Essas são algumas pequenas ações que podem fazer grandes diferenças para nossa vida e para o meio ambiente.

Giovanni Salera Júnior



Publicado no Recanto das Letras em 25/04/2007

terça-feira, 20 de julho de 2010

DIA DA AMIZADE

A amizade é um dos bens mais preciosos da vida, por isso, não poderia deixar essa data em aberto.  Dedico essa singela homenagem a todos meus amigos (as), assim como, aos simpatizantes do meu blog, meus mais novos amigos, os quais estou conquistando aqui através do meu "espaço".  Grande abraço!